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Artigos

Economia brasileira: pessimismo, realismo ou otimismo?

por Alexandre Poffo

Recentemente assisti um debate econômico que fazia uma analogia, ao comparar o Brasil com um grande avião que atualmente está voando com apenas uma turbina, das quatro que poderia estar em operação. Veja o governo, a câmara e o congresso, são “turbinas” que não estão funcionando, especialmente e principalmente a favor da economia. O que se percebe é que pelo menos a justiça vem fazendo a sua parte. Portanto, ou resolvemos esse imbróglio político de uma vez por todas, a tempo de reatar as turbinas, ou nosso avião cairá. No dia a dia, o impacto econômico não só continua, mas vem se aprofundando, o que traz cada vez mais danos ao bolso das famílias e das empresas. A Inflação alta, juros altos e o desemprego, corroem a renda da população brasileira e diminuem o poder de compra. Para o empreendedor a falta de confiança e credibilidade, condições primárias para investir, são grandes entraves à retomada do crescimento econômico, sem perspectivas ninguém investe. Conseguir manter as portas abertas atualmente, já é uma grande vitória. Aliás, parabéns! Empregadores e empregados! Vocês são vencedores!

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BRASIL – UM CARRO DESGOVERNADO

Por Tadeu Cordova Borges - Economista

A crise que atravessamos é uma das maiores de nossa história, se não a maior. Os que se arriscam a falar delineiam sua origem de formas diversas, como, por exemplo, a presidente que afirma a crise internacional de 2008 foi o estopim. Políticos oposicionistas e alguns meios de comunicação apontam os gastos da campanha de 2014 como fator e outros apontam o excesso de assistencialismo do governo, através das bolsas, preponderante.

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Artigo sobre a Crise na Grécia

O artigo do economista Marcelo Panosso Mendonça pode ser visto através do link http://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/270492-em-artigo-economista-catarinense-analisa-as-causas-da-crise-grega.html

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AUMENTO DO LIMITE DE CRÉDITO CONSIGNADO

Economista Valquíria Sutil de Lima – Dirigente da Ordem dos Economistas de Santa Catarina - OESC

Até o dia 13 de julho de 2015, o limite máximo de comprometimento de desconto para de crédito consignado, aquele que fica diretamente vinculado na folha de pagamento de aposentados, pensionistas e funcionários públicos, era de 30% do valor da renda. A partir da data referida, esse limite foi alterado para 35%, por força de Medida Provisória. Esse acréscimo de 5% poderá ser utilizada apenas para regularizar dívidas com cartão de crédito. Veja um exemplo: uma pessoa que recebe R$3.000,00 por mês pode comprometer até R$ 900,00 com empréstimos em folha e R$ 150,00 com o pagamento de dívidas de cartão de crédito, ou seja, com a nova regra essa pessoa pode comprometer até R$ 1.050,00.

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“Você não vai ler aqui nenhuma novidade, nenhuma ideia nova, apenas uma síntese de muito que já vem sendo dito em economia nos últimos tempos com intenção de questionar e abrir um debate”.

O Brasil esteve em crescimento contínuo nos últimos anos, passou muito bem à crise de 2008. Na época foi só uma “marolinha”, como dito pelo então Presidente da Republica, Luiz Inácio Lula da Silva, referindo-se à crise, que não impactou significativamente no crescimento econômico àquela época.

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O DESCAMINHO DA ECONOMIA BRASILEIRA

Não me contive ao ver o Ministro da Fazenda Joaquim Levi no Congresso Nacional nesta 4a feira, dia 29.04.15, dizer que o governo está cortando na carne. 

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O MAIOR PROBLEMA DO BRASIL NÃO É CORRUPÇÃO

Constantemente vejo criticas das pessoas a respeito da Corrupção como o maior problema do Brasil. Eu sempre discordo, e já me acostumei com olhares indignados me contrariando.

 - Na minha opinião, o maior problema do Brasil não é corrupção.

- Na minha opinião, o maior problema do Brasil é GESTÃO!

Porque?

Afirmo isso porque Corrupção é consequência direta da gestão ineficiente, aquela gestão que não traça estratégias que desestimule a corrupção, e ao contrário, aquela gestão ineficiente, que não consegue controlar o que acontece e o que pode acontecer dentro do seu escopo.

 

A Gestão também impacta diretamente na Sonegação de Impostos. Veja o quanto se perde com impostos no Brasil.

O quanto seriam mais baratos os impostos se não houvesse sonegação.

O quanto aumentaria a arrecadação do governo se não houvesse sonegação.

O quanto esse aumento da arrecadação acarretaria em maiores investimentos se não houvesse sonegação.

O quanto esses investimentos em infraestrutura melhorariam a competitividade das empresas Brasileiras no mundo se não houvesse a sonegação.

O quanto a melhoria das competitividade das empresas Brasileiras melhorariam em seu faturamento, no PIB, no aumento da arrecadação fiscal (...)

O quanto todas essas mudanças impactariam na qualidade de vida dos brasileiros.

 

(...) E assim começa um ciclo de crescimento econômico.

Mas hoje temos muita corrupção e muita sonegação de impostos porque nosso governo é ineficiente na sua GESTÃO.

Nosso governo precisa urgentemente aumentar a arrecadação porque sua gestão ineficiente tem custos excessivos e por isso é deficitária, aumentando a dívida publica e a inflação.

Com aumento de tributos diminui o poder de compra do brasileiro.

Com aumento da inflação diminui o poder de compra do brasileiro.

Com aumento da dívida publica diminui o orçamento disponível para gastos e investimentos com o Brasil e com o brasileiro.

Com a diminuição do poder de compra do brasileiro, o brasileiro consome menos.

Com a diminuição do consumo do brasileiro as empresas brasileiras vendem menos, pagam menos tributos e geram menos empregos (...)

Com todos esses fatores, o brasileiro teria um expressivo impacto negativo em sua qualidade de vida.

 

(...) E assim começa um ciclo de recessão econômica.

 

E será mesmo que a corrupção é o maior problema do Brasil? Não seria a sonegação? Ou será que o problema mesmo, é a ineficiência da gestão publica, que possibilita sonegação fiscal e corrupção?

Por:
André Schneider - Economista CRE/SC 3443, Empresário, Dirigente da OESC.

Andre G Schneider

PERÍCIA ECONÔMICO-FINANCEIRA E PERÍCIA CONTÁBIL – PARA ENTENDER A DIFERENÇA

Economista Luiz Antônio Silva - Dirigente da OESC

A PERÍCIA CONTÁBIL, como é do conhecimento dos economistas que militam nos diversos foros do Poder Judiciário, muitas vezes vem sendo confundida como perícia de contador, de contabilista. A lógica, que vem de uma certa tradição dos cartórios contadores, é que se o trabalho trata de números, então é perícia contadora, sendo contadora, é contábil, sendo contábil, é de contabilista.

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Reforma Tributária, gastos do governo e investimento privado

Muito falamos sobre a alta carga tributaria do Brasil, e a necessidade urgente de uma reforma tributaria que traga benefícios à economia e a população Brasileira.

Recentemente a Presidente Dilma Rousseff fez uma alteração no Supersimples, afirmando dar um passo importante na reforma tributária do país, destacando a inclusão de novas empresas e consequentemente o aumento da arrecadação.

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Turismo Religioso e a Economia Catarinense

O respectivo foi disponibilizado no Portal Economia SC. Veja no link http://economiasc.com.br/turismo-religioso-e-economia-catarinense/

Por Luiz Henrique Belloni Faria

Os deslocamentos humanos, individuais e coletivos, motivados pela fé ganham vulto ano a ano no Estado, situação esta de significância impactante sob a ótica econômica. Infelizmente o fato não desperta a atenção que lhe é devida sob o prisma de sua representatividade no contexto da circulação de valores monetários e no bem social que acarreta.

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PANORAMA LOGÍSTICO BRASILEIRO COM A INTEGRAÇÃO DOS MODAIS

Economista Professor Augusto Cordeiro

Um detalhe importante quanto ao panorama logístico brasileiro, é a interiorização da nossa produção agroindustrial. A fronteira agrícola e pecuária está se expandindo para as regiões Centro-Oeste e Norte, enquanto a indústria de base e de bens de consumo cresce bastante na região Nordeste. Isso já fez com que a distância média percorrida por cargas no Brasil aumentasse em 11% nas ferrovias e em 16% nas rodovias, entre 2006 e 2012. Ou seja, estamos indo mais longe, em busca de cargas e transportando produtos no território nacional.

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A importância da Gestão Financeira nos pequenos negócios

Nos países em desenvolvimento há um grande número de micro e pequenas empresas em fase de expansão. Porém nem sempre vivemos em bonança, há também períodos de recessão, como o que parece nos assombrar atualmente, onde quem não estiver devidamente preparado, terá dificuldades em se manter no mercado.

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PANORAMA LOGÍSTICO BRASILEIRO

Economista Professor Augusto Cordeiro
Membro dirigente da Seccional Norte da OESC

Há muitas décadas o Brasil é visto como um país em desenvolvimento, mas o status de nação desenvolvida sempre foi uma meta distante, uma promessa futura quase inatingível. Enquanto isso, nosso país se posiciona na contramão em vários setores estratégicos, como é o caso da infraestrutura de transporte. Primeiro, por optarmos pela prioridade ao rodoviário, deixando de lado o modal ferroviário, comprovadamente o mais eficiente para transportar grandes volumes de carga e a longas distâncias. E também por não levar em conta, a integração dos diversos modais, para a formação de corredores logísticos adequados às características do território brasileiro.

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BOLHA IMOBILIARIA OU MONETÁRIA?

Muitos falam que temos uma bolha imobiliária prestes a estourar, eu discordo. Acho sim, que os preços dos imóveis residenciais estão altos, que em breve irá ocorrer uma correção natural dos preços, lembrando a mão invisível de Adam Smith. Essa alta dos preços ocorre devido à alta demanda, proporcionada pela carência em habitação e facilidade de crédito, o que não ocorre em imóveis comerciais e imóveis de alto valor aquisitivo.

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Leilão de Libra: O Petróleo é Nosso e deles também!

** Por Luiz Henrique Belloni Faria

O Leilão de Libra é a notícia do momento no país (
Libra fica na Bacia de Santos, a 170 km do litoral do Estado do Rio de Janeiro e tem cerca de 1,5 mil km quadrados).  O governo comemora o resultado e repassa o fato à sociedade como se fosse algo excepcional. Friamente analisando, a comemoração é em razão dos bilhões de dólares que entrará na conta do governo pela enrustida privatização da exploração do pré-sal. Colocar a Petrobrás como maior acionista do consórcio serviu apenas para amenizar imensuráveis críticas da privatização, mas, queira ou não, o conteúdo da bacia petrolífera de Libra não é mais somente dos brasileiros.

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Ricos por ter COOPERATIVAS... ou ter COOPERATIVAS para ser ricos!!!

O efeito Tostines no Cooperativismo

Analisando o cenário mundial do Cooperativismo, especialmente no que tange a participação da população em Cooperativas, considerados todos os 13 ramos existentes, os países ricos possuem índices de participação maiores que os países em desenvolvimento. Confesso que me lembrei de um antigo jargão utilizado por uma grande marca de biscoitos para tentar entender o avanço nas vendas daquele produto.

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Consumo e endividamento das famílias

A “lua de mel” acabou?

alexandrepoffo 

Possibilidade de adquirir um televisor com alta tecnologia. Comprar aquele carro 0km. Revitalizar os eletrodomésticos, móveis, aquele celular de última geração, e assim poderíamos citar vários dos “sonhos de consumo” sempre distantes das possibilidades financeiras de milhões de brasileiros. Este é o cenário que virou realidade para milhões de famílias e fizeram com que o endividamento das mesmas chegasse a 64%, ou seja, o total de famílias brasileiras que tem algum tipo de dívida. Este indicador voltou a aumentar em maio, segundo dados divulgados pela Confederação Nacional do Comércio (CNC). De acordo com a pesquisa, 64,3% das famílias consultadas tinham algum tipo de dívida, entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro. Em maio de 2012 esse indicador era de 55,9% – mais de oito pontos percentuais abaixo da atual. Ainda segundo a CNC, o endividamento das famílias que recebem até 10 salários mínimos foi de aproximadamente 66%, índice maior do que as famílias que recebem acima de 10 SM.

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NORTE / NORDESTE DE SC, UM POLO INDUSTRIAL

marcos

Localizada estrategicamente no centro do eixo São Paulo x Porto Alegre, possui inúmeras vantagens logísticas. Num raio de 200 km estão os 5 principais portos e os 4 principais aeroportos da região. Além disso, é cortada pelas BR´s 101 e 116 que ligam o Estado às outras regiões do Brasil.

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AUTOPISTA LITORAL SUL OU RODOVIA SEM NORTE

Ao acompanhar o processo jornalístico realizado pelo Diário Catarinense e a série de reportagens promovidas pela RBS- SC e, também, na condição de presidente da Ordem dos Economistas de Santa Catarina, responsável pelo levantamento de dados econômicos em relação aos percentuais ofertados pela ANTT à concessionária desde o início da cobrança dos pedágios na BR 101/SC e BR 376/PR, fato este que culminou com denúncia da entidade junto ao Ministério Público Federal sob a ótica do “usuário na condição de consumidor do serviço” – CDC -, chamo atenção para uma situação que em um primeiro momento era hipotética e que hoje é literalmente plausível, ou seja, a concessionária Autopista Litoral Sul “jogar a toalha” e entregar o direito de concessão à ANTT. Com contrato de 25 anos, passados 05, 19 compromissos de obras assumidos para esses primeiros anos, apenas 01 em fase conclusiva (no estado do Paraná – BR 376), tendo obtido, nesse período, arrecadação exorbitante, próximo de 600 milhões de reais – sem a realização de praticamente nada - e ciente que a paciência, principalmente dos catarinenses, esgotou, não dispõe de outra saída que não seja a imediata tomada das obras do contorno da região da grande Florianópolis, que possui custo estimado de 450 milhões de reais. Protelou o quanto foi possível, arrecadou muito e agora, é passível de tudo entregar sem praticamente nada realizar.

Pagará multa rescisória, em torno de 60 milhões de reais e fará o ressarcimento àqueles que comprovadamente pagaram pedágio, ou seja, os que possuem guardados os comprovantes de pagamentos e, ainda, responderá por mais uma ou outra ação judicial que poderá ser impetrada. Interessante que há poucos meses pretéritos a espanhola OHL negociou parte acionária com outra compatriota, Arteris (negociação: 40% das ações da OHL em troca de 10% das pertencentes à Arteris – também concessionária de pedágios em muitos países -). Mera coincidência ou premonição? A maior surpresa de todo esse descompasso é ver a diretora interina da ANTT, Natália de Souza, em entrevista ao DC, em 07/04, atuar como uma literal advogada da concessionária. É uma leitura que machuca e faz doer os olhos.

Economista Luiz Henrique Belloni Faria
Presidente da Ordem dos Economistas de Santa Catarina

Existe uma cura para a doença brasileira?

Por Edmar Bacha

Há tempos o Brasil é conhecido como a terra dos contrastes. Hoje em dia, o contraste maior é entre uma economia que exibe pleno emprego e rápida ampliação da classe média, o que gera sensação de bem-estar na população e explica a popularidade do governo e uma outra economia, que padece de baixo crescimento e inflação elevada, o que sugere descontinuidade e crise num futuro não distante. Como romper com esse contraste e colocar o país na rota do desenvolvimento pleno?

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