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Notícias Externas

COLUNA PRISCO 15/03/2016 - OESC PEDE RENÚNCIA DA PRESIDENTE DILMA

OESC pede renúncia da Presidente Dilma.

Considerando aspectos e perspectivas econômicas, a OESC reiterou pedido à renúncia da Presidente da República. A imprensa deu ênfase ao feito. O teor pode ser visto no link http://blogdoprisco.com.br/ordem-dos-economistas-de-sc-pede-renuncia-de-dilma/

oescprisco13032016

ARTIGO - "EMPRESÁRIOS! REFLETIR É SALUTAR"

O Presidente da Ordem dos Economistas de Santa Catarina, Luiz Henrique Belloni Faria, escreveu artigo entitulado "Empresários! Refletir é Salutar". O respectivo foi publicado no Blog do jornalista Prisco Paraiso - SBT. No link a seguir o teor do respectivo

http://blogdoprisco.com.br/empresarios-refletir-e-salutar/

prisco artigo

REVISTA EMPREENDEDOR - 28/05/2015

O veículo de comunicação "Empreendedor", fez matéria entitulada "Como avançar na crise" e a respectiva teve participação da OESC.
Click no link http://empreendedor.com.br/noticia/como-avancar-no-meio-da-crise/ para ter acesso ao teor.

 

Commodities, o preço da dependência - ECONOMIASC

Por Luiz Henrique Belloni Faria*

VEJA NA FONTE:  http://www.economiasc.com.br/commodities-o-preco-da-dependencia/

O Brasil prioriza a exportação de commodities em detrimento das exportações de bens de maior valor agregado, fato extremamente preocupante, pois o atual modelo econômico está nos empurrando para uma "primarização" da economia em relação a outras mundiais. Está se tentando mudar esse foco, mas há muito tempo esse processo foi semeado e ganhou uma robustez tamanha que as dificuldades às mudanças são enormes.

Veja que curioso: desde o século 19 o Brasil é o maior produtor mundial e exportador de grãos de café, mas o maior exportador de café industrializado é a Alemanha, que não possui um pé de café. Cerca de 80% da soja produzida no país é destinada ao mercado externo, enquanto as exportações de derivados de soja, que possuem maior valor agregado, caem ano a ano. O minério de ferro, que é o insumo utilizado para produzir aço, é um dos principais itens da nossa pauta de exportações. Por outro lado, a balança comercial dos setores que possuem o aço como principal matéria-prima (automóveis, máquinas, equipamentos etc.) é totalmente deficitária. No caso específico do setor de máquinas e equipamentos, o déficit acumulado nos últimos dez anos é superior a US$ 60 bilhões.

Somente os que não desejam enxergar não percebem que o Brasil não é competitivo. A falta de incentivo aos investimentos, o câmbio atual, a taxa de juros mais alta do mundo, o custo Brasil, a alta carga tributária e a ineficiência de infraestrutura, impõem à indústria brasileira de transformação uma perda de competitividade que reduz as indústrias que produzem bens de alto valor agregado. Essas é que são responsáveis por gerar milhões de empregos qualificados, portanto, pagam melhores salários.

Uma nova política macroeconômica faz-se necessária, mesmo sabendo que os resultados dela advêm a médio e longo prazo. Existe exemplo melhor que a China?

Somos um país com dimensões continentais e populoso. Essa mina de diamante não é vista como potencial econômico, muito pelo contrário, muitas vezes como um problema, por muitos administradores, principalmente públicos. Faz-se necessário pensar e agir de forma grandiosa para que o Brasil venha a ser realístico, sem heresias, mais justo, gerador e distribuidor de riquezas, um país que educa e que cuida da saúde do seu povo.

Digo frequentemente e não canso de repetir que não existe país desenvolvido sem uma indústria de transformação forte. Recentemente no Brasil começamos a ouvir com mais frequência uma frase que foi parte de um pronunciamento feito no parlamento britânico em 1721: "nada contribui mais para promover o bem-estar público do que a exportação de bens manufaturados e a importação de matéria-prima estrangeira". Isso mostra que o Brasil andou na contramão dos países ricos e desenvolvidos, ou seja, aquilo que eles fizeram e continuam fazendo há mais de dois séculos.

Não sou contra a produção e exportação de commodities, mas estou convicto que somente isso não é suficiente para gerar o superávit necessário na balança de pagamentos e quantidade de empregos que o país necessita.

É possível fazermos as duas coisas (commodities e indústria), mas são prementes medidas emergenciais, pois, caso contrário, corre-se o risco de não se oportunizar ao Brasil à condição de se constituir em uma nação desenvolvida.


*Luiz Henrique Belloni Faria é presidente da Ordem dos Economistas de Santa Catarina (OESC)

Nota de Repúdio - Brusque Notícias

Brusque Noticias

Nota de Repúdio - Diário Catarinense

OESC DC 5-08

Nota de Repúdio - Rádio Criciúma

repudio

Consulta da OESC é destacada na imprensa

O jornalista Rafael Martini, do jornal Diário Catarinense, faz menção a consulta realizada pela Ordem dos Economistas de Santa Catarina.

Clique aqui e veja na íntegra.

PROGRAMA DEBATE CONCESSÃO DA RODOVIA - TVCOM

Diário Catarinense - 03/04/2013
oesc dc

Falta de mão de obra que assusta o país

O Brasil precisa adotar disciplina, já aplicada em países desenvolvidos, que ensina como se expressar com a linguagem técnica.

Se antes a riqueza do país era produzida com métodos simples, hoje toda a produção é mais complexa. A exploração do pré-sal ilustra bem essa complexidade, que vai da física em águas profundas à economia da distribuição dos royalties. Nesse cenário, o mercado se assusta com a falta mão de obra!

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Veja onde investir com a queda dos juros

 

Especialistas recomendam fugir de aplicações atreladas à Selic e apostar na poupança, em títulos prefixados ou indexados à inflação

 

Danielle Brant, iG São Paulo 23/03/2012 05:35     

http://economia.ig.com.br/financas/investimentos/veja-onde-investir-com-a-queda-dos-juros/n1597704438009.html


 A ata do Comitê de Política Monetária do Banco Central que aponta para a Selic em um piso de 9% neste ano fez a alegria daqueles que criticam os altos juros praticados no país. No entanto, a sinalização deixou muitos investidores preocupados, principalmente os que aplicam em produtos que têm remuneração atrelada à taxa básica. A solução, de acordo com especialistas, é migrar para aplicações como caderneta de poupança ou alguns títulos do Tesouro Direto, no caso dos conservadores, ou mesmo em fundos multimercado, para os mais arrojados.

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