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Notícias OESC

BRASIL! PERDA DO GRAU DE INVESTIMENTO ANUNCIADO PELAS AGÊNCIAS DE RISCO

A Fitch, agência de classificação de risco retirou no dia 16 de dezembro o selo de bom pagador do Brasil, considerado agora país especulativo por duas das três maiores agências do mundo, Fitch e Standard & Poor's.

O selo de bom pagador é o reconhecimento de que o país é um lugar seguro para investimentos e é exigido por boa parte dos bilionários fundos de investimentos e de pensões para que os gestores dos respectivos apliquem no país, via títulos de dívida de pública.

O Brasil já não está mais nessa condição, desde os rebaixamentos.

Muitos investidores sairão em busca de outros países que detenham grau de risco recomendado pelas agências. Essa circunstância incorporada em seu bojo um ciclo sistêmico que afeta o país e a sociedade, a saber:

1) Com a fuga de capital é recorrente que o governo eleve ainda mais os juros (SELIC) para, dessa forma, atrair capital.
2) A providência, automaticamente, faz crescer o custo da dívida pública, reduzindo, assim, a disponibilidade de capital para os demais gastos do governo.
3) A fuga de capital externo, paralelamente, atinge o Dólar, valorizando-o e, consequentemente, inflaciona o Real, tirando poder de compra dos importadores e da população.
4) A alta dos juros impacta as linhas de crédito, reduzindo ainda mais a demanda das já sofridas pessoas físicas e das já combalidas pessoas jurídicas.
5) Menor arrecadação de impostos por parte do governo representa risco de incentivo para o aumento da carga tributária.
6) Aumentos na carga tributária desmerecem referências, pois os brasileiros já são calejados desse sentimento.

Florianópolis, dezembro de 2015.

ORDEM DOS ECONOMISTAS DE SANTA CATARINA - OESC

TV COM - CONVERSAS CRUZADAS - 14/12

Economista Eduardo Volante, representou a OESC, no programa Conversas Cruzadas, em 14/12. O tema pautado foi o MERCOSUL.

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CDL DIVULGA INFORMAÇÕES

CDL divulga informações e dados ofertados pela Ordem dos Economistas de Santa Catarina - OESC.

http://www.cdltaio.com.br/redirect.php?center=viewArtigo&;controle=listarArtigo&cdArtigo=152

CARTÃO DE CRÉDITO: INDÚSTRIA SEM REGULAMENTAÇÃO

 

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Governos de vários países regulamentam o mercado dos cartões de crédito como forma de proteger os usuários e conter lucros exacerbados por parte das administradoras. O Brasil carece dessaprovidência e os prejuízos do feito afetam diretamente a área econômica. O alarmante nível de endividamento das famílias brasileiras, atualmente, é fator preponderante às quedas de vendas e do literal desaquecimento do mercado. Em face da omissão as administradoras de cartões trabalham com margens de ganhos fora da realidade econômica e social brasileira, comparativamente com os lucros que elas obtêm nos países que detém a mesma oferta regulamentada.

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OESC/NECE/UNIVILLE

No dia 04/12, em Joinville, foi instalado o Núcleo dos Estudantes de Ciências Econômicas da OESC, junto a UNIVILLE. A executiva da OESC/NECE/UNIVILLE, ficou constituídas pelos acadêmicos: Henrique Pires Motta, Presidente, George Lucas Máximo Ferreira, Vice-Presidente, Mauricio Arioli Chiaparini, Secretário, Jaison Pfleger, Jorge Luis Selhorst e Rafael Hardt, Honraram com suas presenças à ocasião os Economistas Professores Celso e Jocilei, da UNIVILLE. As Professoras da Universidade e, também, Dirigentes da OESC, Jani Floriano e Eliane Martins, foram homenageadas com Moção de Agradecimento, pela diretoria estadual.

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VISITA FCDL-SC

Reuniram-se no dia 01/12, o economista Luiz Henrique Belloni Faria, Presidente da Ordem dos Economistas de Santa Catarina (OESC), o Dr. Ivan Tauffer, Presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina (FCDL-SC), o Vice- Presidente da OESC, economista Sílvio Martins Filho e o Sr. Ademir Ruschel, Gerente Geral da FCDL. Questões institucionais e assuntos relacionados ao momento atual da economia catarinense e brasileira foram discutidos.

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INSTALADO NÚCLEO DOS ESTUDANTES DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS – OESC/NECE/UNESC

No dia 26/11, em Criciúma, na sede da UNESC, foi instalado o Núcleo dos Estudantes de Ciências Econômicas da OESC, junto a UNESC. A diretoria do núcleo ficou constituída pelos futuros economistas Max Richards Coelho Verginio, Presidente, Ramires Costa Ferreira, Vice-Presidente, Mayara Pereira de Souza, Secretária, Jeferson Tenfen, Mônica da Rosa Mendonça e Samuel Érico Cardoso.

O Presidente da OESC economista Luiz Henrique Belloni Faria, o Vice-presidente Silvio José Martins Filho, o Secretário Eduardo Volante, estiveram presentes. O Professor Thiago Fabris, coordenador do curso na UNESC, e o Professor Alex Bristot, ambos dirigentes da Seccional Sul da OESC, organizaram a sessão de instalação.

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FÓRUM TRADETUR

O economista Marcelo Panosso Mendonça (segundo da direita para a esquerda), representou a OESC, no Fórum TradeTur, realizado no Hotel Magestic, em Florianópolis, no dia 24/11. O evento foi revestido de sucesso e a diretoria estadual da OESC, cumprimenta os organizadores do evento e parabeniza o economista Marcelo Panosso, pela sua performa.

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AUDIÊNCIA PÚBLICA

O Governador do Estado, João Raimundo Colombo, convidou a OESC para participar de Audiência Pública para a instituição do Plano de Mobilidade Urbana da Região da Grande Florianópolis. O evento será realizado no dia 27 de novembro, no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis.

FÓRUM TRADETUR

A OESC participará do Fórum Tradetur, no dia 24/11, no Hotel Magestic, em Florianópolis.
Dentro da programação haverá Painel sobre o tema "Desafios do Turismo", com três participantes: o Superintendente do Sebrae, o Presidente da ABAV-SC e a Ordem dos Economistas de Santa Catarina, que será representada pelo dirigente economista Marcelo Panosso Mendonça.

ATENTADOS NA FRANÇA – MANIFESTAÇÃO DA OESC

O terrorismo se auto-alimenta da própria ignorância e da crença de Deus um vingador, que não existe. É difícil entender como o ocorrido na França possa ter sido feito por seres humanos. Somente aqueles investidos de imensurável grau de fanatismo e intolerância são capazes de incorporarem em suas mentes e em seus interiores atos de tamanha perversidade. A ausência de educação saudável não os qualifica para a compreensão de que a liberdade é instrumento bem mais forte que o terrorismo e que os valores da dignidade estão acima de quaisquer ações violentas.

RESULTADO ENQUETE OESC

A Ordem dos Economistas de Santa Catarina – OESC - ouviu 86 economistas do estado com o objetivo de saber “qual o principal fato gerador da crise econômica brasileira”.

Com o intuito da não obtenção de resultados que deixassem advir conclusões com significativas margens de generalidade, as opções de respostas foram elaboradas com metodologia efetivamente direcionada à efetiva razão do fato gerador.
Das seis opções de respostas ofertadas aos economistas participantes, três ficaram praticamente empatadas, resultado que deixa passível afirmar que elas agrupadas, efetivamente, representam o real problema de nossa economia. As opções de respostas foram as seguintes:
a) O elevado nível de comprometimento salarial dos brasileiros com o pagamento das dívidas, desaquecendo, assim, o mercado;
b) A falta de planos de ações efetivamente voltados à área econômica por parte do governo federal;
c) A falta de confiança dos investidores no governo (descrédito);
d) Ausência de políticas públicas de incentivo à competitividade;
e) As elevada taxas de juros praticadas no país;
f) Falta de poupança interna.

Passamos aos resultados, seguindo as opções acima:
a) 24,42% - 21 votos
b) 23,26% - 20 votos
c) 22,09% - 19 votos
d) 09,30% - 08 votos
e) 12,79% - 11 votos
f) 08,14% - 07 votos

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Visão conclusiva

Sob a ótica dos resultados conclui-se que os economistas catarinenses consultados, considerando as três opções praticamente empatadas, entendem que:

1- O gigantesco nível de endividamento da sociedade impede a circulação de moedas em patamar suficiente e necessário para que o mercado se aqueça. O feito acarreta retração nas vendas e, com isso, menos comercialização e, obviamento, menos produção por parte das indústrias e, também, queda vertiginosa da arrecadação por parte o governo. 2- A necessidade urgente de se elaborar um planejamento econômico de médio e longo prazo para o país, e, 3 – A insegurança dos investidores que, em decorrência do descrédito do governo, não têm interesse em aplicar recursos no país.

ORDEM DOS ECONOMISTAS DE SANTA CATARINA - OESC

EMPREENDEDORISMO

A UNESC, de 03 a 07 de novembro, em Criciúma, sedia a Semana Global do Empreendedorismo, que tem como temática “As inovações que inspiram as mudanças”. A Universidade organizou uma programação direcionada à promoção de ideias e inspirações inovadoras que permitam novos caminhos frente à atual situação econômica do país.

Ao cumprimentarmos os professores economistas Thiago Fabris, Coordenador do Curso de Ciências Econômicas da UNESC, e Alex Bristot, ambos dirigentes da Ordem dos Economistas de Santa Catarina, cumprimentamos todos os demais envolvidos à concreção do evento.

OESC ESTARÁ EM FÓRUM NA CAPITAL FEDERAL

Nos dias 4 e 5 deste mês acontece o Fórum de Cidadania Financeira do Banco Central do Brasil. O evento tem como objetivo apresentar e debater temas relacionados com a cidadania financeira, com destaque especial para a qualidade dos serviços financeiros para os pequenos negócios e as inovações que visam a melhorar o relacionamento do cidadão com o sistema financeiro. A Ordem dos Economistas de Santa Catarina estará presente no evento através de seu conselheiro Economista Alexandre Poffo, que tem realizado várias palestras e treinamentos sobre Educação Financeira, tema que a Ordem dos Economistas tem destacado em suas ações pelo estado.

REUNIÃO DO COMDES REALIZADA EM 30/10

Reunião do COMDES realizada em 30/10. O Vice Presidente da OESC, economista Sílvio José Martins Filho, estava presente. Com base no relatório Plamus (Plano Metropolitano Urbano Sustentável) do BNDS, a OESC auxiliará na análise e opinará sobre as obras emergenciais na região metropolitana, bem como efetuará o acompanhamento das respectivas.

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SEMANA ACADÊMICA DE ECONOMIA

Economista Marcelo Panosso Mendonça, dirigente da OESC, ofertando palestra na X SAECO (Semana Acadêmica de Economia), promovida pelo CALE (Centro Acadêmico Livre de Economia) da UFSC.

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ALÍQUOTA DO ICMS NA CONTA DE LUZ DOS CATARINENSES ESTÁ FIXADA DE FORMA INCORRETA

Não há quem duvide que a energia elétrica é um bem essencial à vida moderna. Sem energia elétrica a humanidade seria subjugada pelo caos em curto período de tempo, independente de classe econômica.
A essencialidade da energia elétrica é indubitável. Mesmo ostentando essa característica, o ICMS incidente sobre a energia em Santa Catarina afronta a determinação do Art. 155, §2º, inciso III, da Constituição Federal, que disciplina condições para os estados fixem alíquotas do ICMS. A diretriz a ser seguida à fixação é que “quanto mais supérfluos os produtos e serviços, maiores deverão ser as alíquotas”. Em Santa Catarina a eletricidade possui o mesmo grau de importância do que, por exemplo, o fumo e as bebidas, pois ela está fixada no percentual de 25%, com raras exceções, tipo: produtores rurais, cooperativados e um pequeno número de usuários domésticos demandantes de até 150 kwh. A alíquota correta deveria ser 12% ou, no máximo, 17%, jamais a maior, segundo a essencialidade do serviço.
O Estado do Rio de Janeiro, que tinha fixação de alíquota de energia com identidade metodológica idêntica a aplicada em Santa Catarina já convive com decisão do Supremo Tribunal Federal que declarou ilegal o feito.
Considerando que a energia elétrica é fundamental para o processo produtivo e força motriz à geração do desenvolvimento econômico e, ainda, de essencialidade impar à sociedade, a Ordem dos Economistas de Santa Catarina – OESC- ofertou denúncia junto ao Ministério Público Estadual às providências de direito em prol da sociedade e do meio empresarial catarinense, na data de 27/10/2015.

EVENTO ALESC

A OESC participou do evento idealizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável do Estado, no dia 15/10, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. O tema do respectivo foi "Mobilização Catarinense pela Inovação". O economista e dirigente da OESC, Elzio Espírito Santo de Oliveira representou a entidade.

AOS EMPRESÁRIOS CATARINENSES

Dentre os problemas atuais um dos que mais preocupa é o nível de endividamento das famílias. A preocupação advém dos aspectos nocivos que o fato acarreta à economia e as repercussões sociais decorrentes da causa. O aumento do endividamento e o descontrole ao assumir dívidas estão fazendo com que o número de inadimplentes atinja níveis recordes e alarmantes.

É sabido que o endividamento afeta negativamente o íntimo das pessoas e, por consequência, a repercussão do feito recai no âmbito familiar e compromete significativamente o desempenho das atividades laborais.

O combate ao problema passa por uma educação orçamentária/financeira familiar salutar e na oferta de orientações para os que se enquadram endividados saiam da situação em que se encontram.

A Ordem dos Economistas de Santa Catarina – OESC –, tanto na capital como no interior, através de suas Seccionais, está ofertando palestras profissionais e atendimentos com diretrizes metodológicas altamente desenvolvidas em relação à questão.

Ofereça essa oportunidade aos seus empregados. Envie e-mail para Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

Projeto “Preparação para o Mercado de Trabalho”

A Ordem dos Economistas de Santa Catarina – OESC - recebeu convite do Centro Pop para participar do Projeto “Preparação para o Mercado de Trabalho”, promovido pelo Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua / Porto Seguro.
O Serviço é vinculado à Gerência de Unidade de Proteção Social Especial da Secretaria da Assistência Social do Município de Joinville, SC, e tem por finalidade ofertar condições e serviços para jovens e adultos, de ambos os sexos, que utilizam as ruas como espaço de moradia e/ou sobrevivência. É a reconstrução do projeto de vida à população que reside na rua à busca do mercado de trabalho. O respectivo compreende etapas que parte de detalhamentos sobre cidadania e civismo, passa pelo mercado de trabalho, pela educação financeira (que ficará sob-responsabilidade da OESC) e culmina com a certificação dos participantes e o respectivo encaminhamento desses às empresas parceiras do Centro Pop.
Excepcional trabalho social que deveria servir de molde a outros municípios de Santa Catarina.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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